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CPLP

Direção Executiva

Conselho Científico

Ex-Diretores

Diretores Anteriores do ILLP

 

Gilvan Müller de Oliveira

Diretor Executivo do IILP nomeado em outubro de 2010 por dois anos, e reconduzido em 2012 por mais dois. Gilvan Müller de Oliveira é brasileiro, nasceu em 1964 em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Graduou-se em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, em 1985; fez o mestrado em Lingüística Teórica, Filosofia e História pela Universität Konstanz, Alemanha (1990), o doutorado em Lingüística pela Universidade Estadual de Campinas (2004) e o pós-doutorado, na Universidade Autônoma Metropolitana Iztapalapa, no México. 

 

Amélia Arlete Dias Rodrigues Mingas

Amélia Arlete Dias Rodrigues Mingas nasceu em 1946 em Ingombota, Luanda, Angola. Professora universitária e linguista, licenciou-se em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e doutorou-se em Linguística Geral e Aplicada na Universidade René Descartes de Paris. Atuou no ensino secundário angolano, coordenou o Departamento de Língua Portuguesa do Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda (ISCED) e dirigiu o Instituto Nacional de Língua do Ministério da Cultura. Além de trabalhar em pesquisas académicas, foi também responsável pela cadeira de Linguística Bantu na Universidade Agostinho Neto, tendo participado em vários seminários e palestras ligados à problemática das línguas africanas e portuguesa, no interior e exterior de Angola. Publicou Interferência do Kimbundu no Português Falado em Lwanda e tem no prelo três trabalhos de investigação relativos a uma língua do grupo kikongo, falado em Cabinda. Entre 2006 e 2010, foi Diretora Executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, tendo defendido o estabelecimento de uma política linguística comum aos oito Estados que têm o português como língua oficial.

 

Manuel da Cruz Brito-Semedo

Manuel da Cruz Brito-Semedo, natural de S. Vicente, nasceu em 1952. É professor doutor em Antropologia, Especializado em Etnologia, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (UNL). Atua como professor universitário e participa ativamente em múltiplas atividades culturais, através dos meios de comunicação social. Publicou as seguintes obras: Na Esquina do Tempo – Crónicas de Diazá, (2009); A Morna-Balada – O Legado de Renato Cardoso (2008); A Construção da Identidade Nacional – Análise da Imprensa entre 1877 e 1975 (2006); Caboverdianamente Ensaiando, Vols. I e II (1995 e 1998); A Colocação dos Clíticos no Português em Maputo, Maputo (1997), um estudo linguístico. No 35.º Aniversário da Independência Nacional·de Cabo Verde (2010), foi condecorado com a Medalha do Vulcão, 1.ª Classe, “em reconhecimento pela sua importante contribuição para a promoção e o desenvolvimento da cultura nacional”. Recebeu, no mesmo ano, a Comenda Joãozinho da Goméia pela Universidade Estadual·da Bahia (UNEB).·Foi Diretor Executivo do IILP de 2004 a 2006.

 

Ondina Maria Duarte Fonseca Rodrigues Ferreira

Ondina Maria Duarte Fonseca Rodrigues FerreiraOndina Maria Duarte Fonseca Rodrigues Ferreira, caboverdiana, nasceu e1946 durante viagem de seus pais de Mindelo a Lisboa. Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de letras da Universidade Clássica de Lisboa e concluiu o Mestrado em Ciências da Educação na Universidade de Massachusets, nos Estados Unidos. Atua como professora e palestrante no meio académico e colabora em diversos veículos impressos como jornais e revistas literárias de expressão lusófona. Publicou as seguintes obras: Amor na Ilha e Outras Paragens (2001); Ponto de Partida e Outros Contos (2001); Maria Helena Spenser – Contos, Crónicas e Reportagens (2005) e Baltasar Lopes da Silva e a Música (2006). Foi Diretora Executiva do IILP de 2001 a 2004.

 

Mário Alberto de Almeida Fonseca

Mário Alberto de Almeida Fonseca, o primeiro a exercer a função de Diretor Executivo do IILP (1999-2001), nasceu em Cabo Verde, na cidade da Praia, em 1939. Professor Licenciado em Letras na Universidade de Dakar, escritor, crítico literário e cronista, lecionou francês no Senegal e trabalhou na Mauritânia e na Turquia como administrador durante os anos em que esteve no exílio. Durante a fase da descolonização, no período da ditadura salazarista, foi perseguido político em Portugal como militante anticolonialista. Em Cabo Verde atuou como Presidente do Instituto Nacional da Cultura e colaborou ativamente em quase todos os jornais e revistas que circularam no arquipélago após a independência, em 1975. Poeta revolucionário e visionário, foi co-fundador do Suplemento Cultural “Seló” dos estudantes do Liceu Gil Eanes. Faleceu em 2009 deixando as seguintes obras poéticas: O mar e as Rosas (1964); Près de la mer; Mon pays est une musique; La Mer à Tous Les Coups; L'odoriférante Evidence de Soleil Qu' Est Une Orange e Poissons, que foram traduzidas em diversos idiomas.